Os primeiros encontros, em que sua história, sua forma de sofrer e o início do trabalho começam a ganhar contorno.
Não se tratam apenas de um primeiro contato ou de um momento para reunir informações sobre você. São o começo de uma escuta mais cuidadosa, em que aquilo que você vive começa a ganhar contorno, sentido e direção.
Nesse início, o mais importante não é apenas o que você diz sofrer, mas como esse sofrimento aparece na sua fala, na sua história, nas suas relações e na forma como você pede ajuda. Muitas vezes, já nos primeiros encontros, começam a surgir repetições, impasses e modos de sentir que ajudam a compreender com mais profundidade o que está em jogo.
Esse momento também permite que você experimente um espaço de escuta sem pressa, sem julgamento e sem respostas prontas. Antes de qualquer interpretação, é preciso que exista um campo confiável, em que sua palavra possa aparecer com liberdade e sua experiência possa ser acolhida com seriedade.
As entrevistas preliminares não existem para encaixar você em rótulos. Elas existem para começar a reconhecer a singularidade da sua história, do seu sofrimento e do caminho que pode fazer sentido para você.
O que começa a se construir aqui
A base do trabalho analítico.
Uma compreensão mais clara da sua demanda.
Uma escuta atenta da sua história e da sua forma de sofrer.
Os primeiros contornos do vínculo clínico.
Um espaço de escuta profunda para acolher o sofrimento com cuidado, tempo e presença.
Agende uma consulta
Nem sempre o sofrimento vem apenas do que você sente. Muitas vezes, ele também vem da dificuldade de reconhecer, diferenciar…
Saiba mais
Ao longo do processo analítico, aquilo que antes aparecia apenas como sintoma, repetição, angústia ou sofrimento sem forma pode começar…
Saiba mais
A associação livre é um dos fundamentos da psicanálise. Na prática, ela convida você a falar com menos censura, menos…
Saiba mais
Um espaço seguro e consistente, em que você pode reconhecer emoções, padrões de relação e modos de se proteger. Nenhum…
Saiba mais